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19 maio 2009

Copyright vs. Creative Commons

Você alguma vez na vida já deve ter se deparado com uma situação em precisava utilizar alguma obra e não conseguiu...pois é, isto prova que o copyright está em tudo.

Ele surgiu na Inglaterra. Com a invenção da imprensa os impressores de livros passaram a ter direitos sobre os livros impressos, ao passo que os autores das obras ficavam a ver navios. Para proteger os autores desses desmandos foi instituído o ato "Statute of Anne", uma lei que privilegiava os autores dos livros ao invés dos impressores como detendores dos direitos autorais de sua obra.

Anos mais tarde convencionou-se que toda obra é protegida pelo copyright a partir do momento de sua concepção. Qualquer obra que você imaginar: um desenho rabiscado em um pedaço de papel qualquer ou mesmo um verso escrito na areia tem seus direitos autorais automáticos.

Na contramão do copyright que protege toda criação contra cópias surgiu a licença Creative Commons que visa permitir que autores concedam certos direitos para utilização de suas obras pelo público.

A CC foi lançada em 2001, por Laurence Lessig e no Brasil é coordenada pelo Centro de Tecnologia e Sociedade da Escola de Direito Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Mais de 30 países já possuem as licenças Creative Commons adaptadas às legislações locais.

A licença Creative Commons possui vários tipos de licença dentre elas, estão:

  • Uso não-comercial: é permitido usar a obra deste de que esta não seja comercializada.
  • Compatilhamento pela mesma licença: quem utiliza a obra tem compartilhá-la sob a mesma lincença.
  • Atribuição de créditos: deve ser dado crédito ao autor da obra.
Se você tem alguma criação (textos, imagens, fotos, músicas) postada na Internet e quer disponibilizá-la pela licença Creative Commons é bem simples, basta entrar no site (http://www.creativecommons.org.br/), preencher o cadastro e informar o tipo de licença sob a qual você quer disponiblizar o seu trabalho, ao final do cadastro é gerado um código para você adicioná-lo à sua página indicando o tipo de licença que você utiliza.

29 abril 2009

Computação em Nuvens

Computação nas nuvens ou cloud computing é um termo relativamente novo e revolucionáro.
O maior exemplo de empresas que utilizam computação nas nuvens é o google que oferece serviços como o Google Docs e o Gmail Drive.
A idéia central por trás da computação nas nuvens é que o usuário não precisa mais armazenar dados em um computador local pois estes são armazenados em grandes servidores que tanto podem ser físico como virtual. Desta forma, os dados e aplicativos que os usuários necessitem estarão sempre ao seu alcance ele poderá acessá-los através do notebook, celular ou qualquer dispositivo que tenha uma conexão com a internet, não necessitando assim de máquinas com um grande poder de processamento o que vai acarretar o baratemento cada vez mais dos computadores.
Mas, nem tudo são flores neste mundo da computação nas nuvens, a quem diga que pela velocidades de conexão oferecidas aqui no Brasil isso possa se tornar um transtorno, imagine os viciados por games no mundo todo jogando online ao mesmo tempo, será os servidores estão preparados para essa situação? Outra desvantagem seria o possível "desaparecimento" das mídias de armazenamento imagine que você terá que apresentar um projeto muito importante em uma reunião com os diretores da empresa e salvou sua apresentação em um desses servidores...e justo na hora que você precisa acessá-la o servidor sai do ar!?! Com que cara você vai dizer aos diretores:
- "Desculpem senhores, o servidor está fora do ar!"

04 abril 2009

Túnel do Tempo: as várias versões do Windows

No momento em que a Microsoft trabalha em mais uma versão do Windows (Windows 7) convido você, meu caro leitor, a fazermos junto uma viagem pelo túnel do tempo da Microsoft, relembrando as versões do Windows:


Windows 1/1.01: Lançado em 28 de junho de 1985, com ele a Microsoft lançou a "Era da Interface Gráfica" para o DOS, onde o usuário passou a dispor de janelas e mouse, liberando assim os usuários dos enfadonhos comandos digitados no DOS . Ele vinha um Gerenciador de Arquivos, calendário, Bloco de Notas, relógio e o terminal para executar comando DOS. Não existiam ícones para programas executáveis, nenhum grupo de programas e uma simulação precária de multitarefa.


Windows 1.03: Lançado em 29 de agosto de 1986. Não era mais usável que o seu antecessor, mas trazia novidades: suportava diferentes layout's de teclado (26 países), uma variedade de dispositivos de Entrada, CGA / EGA e suporte para mais de 25 modelos de impressora.






Windows 2.03: Lançado em 9 de dezembro de 1987. Destinava-se à processadores 286 contado com isso com o apoio da memória expandida. Muitos desenvolvedores escreveram suas primeiras aplicações baseadas em windows para esta versão.








Windows 3.0: Lançado em 22 de maio de 1990. Veio com memória superior a 640k, gráficos avançados de 16 cores e suporte para processadores 386. Trazia uma série de melhorias: largura da fonte proporcional, elementos de interface 3D, ícones multicoloridos, configuração personalizada do Desktop. Possuía ainda um Gerenciador de Arquivos e um Gerenciador de Programas.






Windows 3.1: Lançado em 6 de abril de 1992. Vendeu mais de um milhão de cópias nos primeiros 2 meses do seu lançamento. Em outubro de 1996 a Microsoft anunciou a versão beta do Internet Explorer 3.0 para o Windows 3.1








Windows 3.11: Lançado em outubro de 1992. Foi mais ou menos um 3.1 com melhorias, dentre elas: Workgroup e domínios de redes. Também tinha integrado o compartilhamento de arquivos e impressoras.







Windows 95: Foi lançado em 24 de agosto de 1995 era um sistema melhorado das versões anteriores. Sistema de 32 bits, pilha de protocolo TCP/IP integrado, Sistema de Arquivos melhorado (multitarefa preemptiva), capacidade multimídia, interface com usuários totalmente remodelado e suporte plug-in-play. Vendeu mais de um milhão de cópias nos quatro primeiros dias de seu lançamento.








Windows 98: Foi lançado em 1998. o "SE" (Segunda Edição) saiu em maio de 1999. Incluía suporte para DVD, USB, Firewire e AGP. Vinha com Internet Explorer 5.0 e NetMeeting 3.0, além do DirectX 6.1.





Windows 2000: Lançado em fevereiro de 2000. Foi concebido para ser o Sistema Operacional Windows NT , mas a Microsoft lançou o NT em 1998. Foi um sistmea desenvolvido especialmente para Servidores de Rede. Teve um lote moderno de hardware: FireWire, wireless, infravermelho, etc... Incluía caracterestícas importantes como: integração com o Active Directory , suporte VNP, encriptação, etc... e não parou de evoluir hoje está na versão 2008.




Windows ME: Lançado também em 2000. Era destinado a usuários domésticos de computadores. Foi o último Sistema Operacional da Microsoft a se basear no Windows 95.










Windows XP: Lançado em 25 de outubro de 2001. Como dito pela própria Microsoft: "O Sistema Operacional mais avançado da Microsoft, onde os usuários domésticos podem experimentar o mundo digital como nunca, enquantos os usuários empresariais podem trabalhar mais rapidamente". Inclui várias funcionalidade e novo visual.






Windows Vista:Lançado no dia 30 de janeiro de 2007. Era conhecido pelo nome do Longhorn. "O Windows Vista trouxe centenas de novos recursos e funções, como nova interface gráfica, apelidada de Windows Aero, funções de busca aprimoradas, novas ferramentas de criação multimídia como o Windows DVD Maker, e completamente renovadas aplicações para redes de comunicação, áudio, impressão e subsistema de exibição. O Windows Vista também tem como alvo aumentar o nível de comunicação entre máquinas em uma rede doméstica usando a tecnologia peer-to-peer, facilitando o compartilhamento de arquivos e mídia digital entre computadores e dispositivos" (Wikipédia). Seu ponto forte é a segurança, mas ainda tem um forte concorrente, seu antecessor Windows XP.

31 março 2009

Você ouve mp5?


Atualmente, tenho ouvido falar em aparelhos que reproduzem mp5, mp6 até mp9. O mais interessante disso tudo é que não faz muito tempo, em uma disciplina da especialização conheci dois formatos de compactação: mp3 e mp4. Então, me pus a peguntar: "tudo bem, que a tecnologia evolui numa rapidez tremenda mais 5 formatos diferentes em 2 anos não é um pouco demais?"

E é.

A explicação é bem simples: realmente até hoje só existe mesmo esses dois padrões. Essa história de outros padrões não passa de um jogo comercial para atrair compradores, cria-se aparelhos com acessórios e muda-se a nomeclatura.

O padrão mp3 (MPEG Layer 3) utiliza um esquema de compressão de dados baseado em algoritmo que remove sons redundantes ou inaudíveis pelo ouvido humano disso resulta um arquivo menor com pouca perda de som. O padrão mp4, também utiliza um esquema de compressão de dados, só que neste caso para vídeos.

Então o que a indústria fez foi criar aparelhos e mudar o nome conforme ia se agregando algum acessório, veja por exemplo o caso dos chamados mp7 que nada mais é do que um smartphone: um celular com câmera, que toca mp3, grava vídeos (mp4), navega na internet e até dá pra assistir a Tv!